"Nao é só por 20 centavos". Essa deve ter sido a frase mais repetida nos últimos dias.
Os protestantes se posicionam assertivamente quando alguém supõe que a manifestação é muito exagerada por tão poucos centavos.
A concordancia é quase unanime: É claro que a motivação não tem suas raízes fincadas em um único motivo.
Assim é na nossa vida. Principalmente nos relacionamentos amorosos.
É muito comum pessoas terem um comportamento exagerado por algo aparentemente pequeno. E dessa forma a outra parte envolvida não entende tamanha desproporcionalidade em suas manifestações e por vezes banaliza a dor que o outro sente.
Um bom exemplo para ilustrar a questão pode ser um marido que se atrasa para buscar sua esposa e a encontra transtornada.
Ele logo pensa que a mulher é nervosa demais, afinal de contas ele se atrasou apenas 20 minutos.
É importante entender, que no exemplo, a esposa certamente não está manifestando uma situação pontual e sim, inúmeras questões anteriores de descontentamento, as vezes até proporcionadas pelo próprio marido.
É preciso ter muito cuidado quando julgamos a questão do outro desproporcional e simplesmente desconsiderar a forma que ele se manifesta. Uma alternativa inteligente e amorosa, seria entender o motivo de tanta angustia.
Fazer um esforço para entender o outro, com a cabeça do outro, é um enorme gesto de amor e chama-se empatia.
A concordancia é quase unanime: É claro que a motivação não tem suas raízes fincadas em um único motivo.
Assim é na nossa vida. Principalmente nos relacionamentos amorosos.
É muito comum pessoas terem um comportamento exagerado por algo aparentemente pequeno. E dessa forma a outra parte envolvida não entende tamanha desproporcionalidade em suas manifestações e por vezes banaliza a dor que o outro sente.
Um bom exemplo para ilustrar a questão pode ser um marido que se atrasa para buscar sua esposa e a encontra transtornada.
Ele logo pensa que a mulher é nervosa demais, afinal de contas ele se atrasou apenas 20 minutos.
É importante entender, que no exemplo, a esposa certamente não está manifestando uma situação pontual e sim, inúmeras questões anteriores de descontentamento, as vezes até proporcionadas pelo próprio marido.
É preciso ter muito cuidado quando julgamos a questão do outro desproporcional e simplesmente desconsiderar a forma que ele se manifesta. Uma alternativa inteligente e amorosa, seria entender o motivo de tanta angustia.
Fazer um esforço para entender o outro, com a cabeça do outro, é um enorme gesto de amor e chama-se empatia.
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