A frase "antes só que mal acompanhado" é dita e repetida varias vezes com veemencia.
Muitos juram que JAMAIS se submeteriam a "isso" ou "aquilo" em prol de uma companhia que não fosse boa.
Mas o que é uma boa companhia?
Até onde vai a tolerancia?
Que tipo de chatice voce está disposto(a) a conviver?
Até que ponto o(a) chato(a) não é voce?
Para reflexão!
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Onde anda sua cabeça?
Voce ja foi esquecido?
Esquecido fisicamente?
Parece estranho... Mas há muitos casos de pessoas que são esquecidas pelos pais,..... maridos.... namorados.... etc.
A grande questão é que a pessoa que se sente esquecida se sente a pior pessoa do mundo e o que esqueceu as vezes se justifica ou não consegue ver o que isso pode causar no outro.
Atenção meus queridos, não esqueçam seus companheiros nas festas.... Nem em casa..... Nem em pensamento, pode acabar sendo fatal!
Beijosss
Esquecido fisicamente?
Parece estranho... Mas há muitos casos de pessoas que são esquecidas pelos pais,..... maridos.... namorados.... etc.
A grande questão é que a pessoa que se sente esquecida se sente a pior pessoa do mundo e o que esqueceu as vezes se justifica ou não consegue ver o que isso pode causar no outro.
Atenção meus queridos, não esqueçam seus companheiros nas festas.... Nem em casa..... Nem em pensamento, pode acabar sendo fatal!
Beijosss
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Texto barbaro sobre co-depencia amorosa.
Durante uma entrevista na TV sobre meu livro Dormindo com o Inimigo, a jornalista me perguntou por que as pessoas mesmo sabendo que dormem com o inimigo levam, às vezes, décadas para dar um basta na situação.
Obviamente essa não é uma resposta simples, mas se pudesse resumir, eu diria: porque é muito duro, difícil e doloroso aceitar o fato de que sua vida esteve errada por tanto tempo. É mais ou menos como o jogador na roleta: quando está perdendo acha sempre que a sorte pode virar, mas isso é uma racionalização. Na verdade o jogador (quem dorme com o inimigo) reluta em sair de lá assumindo o prejuízo, assumindo a burrice de perder dinheiro no jogo.
Você pode dizer que há um forte componente masoquista nesse comportamento, que há um fator cultural coercitivo, tudo bem concordo, mas assumir que jogou fora tanto tempo, tanta energia, tanto investimento emocional, é a razão mais poderosa.
Vamos ver uma frase do sociólogo e psicanalista Erich Fromm, por quem nutro grande admiração. Ele falan sobre racionalizações, ou seja, pseudopensamento, tentativas toscas (para quem está atento) de mascarar a realidade com artifícios argumentativos: “As racionalizações carecem justamente dessa qualidade de descobrimento e desmascaramento; elas só confirmam o preconceito emocional existente na pessoa. A racionalização não é um instrumento de penetração na realidade, mas uma tentativa a posteriori de harmonizar os desejos da própria pessoa com a realidade existente.” (O Medo à Liberdade, Zahar Editores, 11º edição, pp.157).
Há sempre o que defender, principalmente para os apaixonados, para aqueles que derramaram seu sangue, suor e lágrimas em defesa desse amor ou dessa causa, quando as máscaras caem e o príncipe vira sapo (na verdade não vira, apenas desvira). Por isso essa luta encarniçada para defender o indefensável. Nessa luta, como não há possibilidade de um pensamento autêntico, autoproduzido (pois esses fatalmente conduziriam à constatação de que NA REALIDADE, o rei está nu), recorre-se à falácia da racionalização.
Quando a mulher que apanha na cara argumenta em favor do seu agressor, que ele foi maltratado pela mãe, e está corrompido pelo álcool, ela não está mentindo, está apenas racionalizando, usando um clichê cultural, para justificar não o seu agressor íntimo, mas a sua vida investida naquela barca furada. Admitir que votou mal, que casou mal, que defendeu o bandido confiando que era o mocinho (como eu fiz durante anos com os E.U.A), e admitir um tempo perdido, o que para muitos é insuportável, é a constatação da própria incompetência, do fracasso.
Essa situação se agrava quando o investimento foi apaixonado, ou seja unívoco. Como se diz popularmente, “aquele cujo único instrumento é o martelo, vê o mundo em forma de pregos!” A paixão é assim, exclusivista, monolítica, não admite diversidade, nem o contraditório.
Por mais duro que seja, por mais mortal que pareça ser a perda da ilusão, do sonho, da esperança, se for encarada com coragem, e verdade, vai levar a um renascimento. Ao morrer para o falso, vamos sempre poder renascer para o verdadeiro (ou não), e assim contribuímos para sanear o mundo, e saneado ele se torna melhor, mais real, mais habitável.
texto de Roberto GoldKorn
Obviamente essa não é uma resposta simples, mas se pudesse resumir, eu diria: porque é muito duro, difícil e doloroso aceitar o fato de que sua vida esteve errada por tanto tempo. É mais ou menos como o jogador na roleta: quando está perdendo acha sempre que a sorte pode virar, mas isso é uma racionalização. Na verdade o jogador (quem dorme com o inimigo) reluta em sair de lá assumindo o prejuízo, assumindo a burrice de perder dinheiro no jogo.
Você pode dizer que há um forte componente masoquista nesse comportamento, que há um fator cultural coercitivo, tudo bem concordo, mas assumir que jogou fora tanto tempo, tanta energia, tanto investimento emocional, é a razão mais poderosa.
Vamos ver uma frase do sociólogo e psicanalista Erich Fromm, por quem nutro grande admiração. Ele falan sobre racionalizações, ou seja, pseudopensamento, tentativas toscas (para quem está atento) de mascarar a realidade com artifícios argumentativos: “As racionalizações carecem justamente dessa qualidade de descobrimento e desmascaramento; elas só confirmam o preconceito emocional existente na pessoa. A racionalização não é um instrumento de penetração na realidade, mas uma tentativa a posteriori de harmonizar os desejos da própria pessoa com a realidade existente.” (O Medo à Liberdade, Zahar Editores, 11º edição, pp.157).
Há sempre o que defender, principalmente para os apaixonados, para aqueles que derramaram seu sangue, suor e lágrimas em defesa desse amor ou dessa causa, quando as máscaras caem e o príncipe vira sapo (na verdade não vira, apenas desvira). Por isso essa luta encarniçada para defender o indefensável. Nessa luta, como não há possibilidade de um pensamento autêntico, autoproduzido (pois esses fatalmente conduziriam à constatação de que NA REALIDADE, o rei está nu), recorre-se à falácia da racionalização.
Quando a mulher que apanha na cara argumenta em favor do seu agressor, que ele foi maltratado pela mãe, e está corrompido pelo álcool, ela não está mentindo, está apenas racionalizando, usando um clichê cultural, para justificar não o seu agressor íntimo, mas a sua vida investida naquela barca furada. Admitir que votou mal, que casou mal, que defendeu o bandido confiando que era o mocinho (como eu fiz durante anos com os E.U.A), e admitir um tempo perdido, o que para muitos é insuportável, é a constatação da própria incompetência, do fracasso.
Essa situação se agrava quando o investimento foi apaixonado, ou seja unívoco. Como se diz popularmente, “aquele cujo único instrumento é o martelo, vê o mundo em forma de pregos!” A paixão é assim, exclusivista, monolítica, não admite diversidade, nem o contraditório.
Por mais duro que seja, por mais mortal que pareça ser a perda da ilusão, do sonho, da esperança, se for encarada com coragem, e verdade, vai levar a um renascimento. Ao morrer para o falso, vamos sempre poder renascer para o verdadeiro (ou não), e assim contribuímos para sanear o mundo, e saneado ele se torna melhor, mais real, mais habitável.
texto de Roberto GoldKorn
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Espirito Natalino!
O verdadeiro espírito de Natal: Generosidade e Amor
É Natal e na grande magia que evolve esta época do ano, despertam dentro de alguns um potencial de solidariedade e compaixão, surgem as campanhas contra a fome e a miséria humana, renasce dentro de nós a esperança na humanidade e em sua generosidade.
Muitas famílias passam juntas esta noite, pessoas perdoam-se mutuamente, desentendimentos são desfeitos, compartilha-se a emoção e a alegria que envolve a história do menino Jesus e a lenda do bom velhinho, tudo gira em torno do amor. É o aval que algumas pessoas precisavam para demonstrar seu carinho e sua gratidão às pessoas que querem bem.
A figura de JESUS simboliza a capacidade humana de ser humilde, generoso, de amar, compartilhar, preocupar-se com o outro e principalmente respeitar as pessoas, independente de classe social, ou mesmo das próprias crenças.
De forma geral, fomos educados dentro de uma concepção filosófico-religiosa onde aprendemos a valorizar o ser generoso, aquele que oferece toda a sua disponibilidade e bens para o outro, sem pedir nada em troca.
Só podemos oferecer o que temos, a generosidade é uma capacidade emocional que se relaciona ao desprendimento e a auto-estima.
Quando você oferece algo para alguém esperando algo em troca, isto chama-se na verdade investimento e portanto você não está dando nada; quando você oferece algo e cobra o pagamento, isto é venda e portanto o outro tem direito de saber o que está comprando e qual o preço do produto para decidir se o quer ou não.
As relações afetivas de todo tipo, sejam familiares, amorosas, sexuais, fraternas ou quaisquer outras, tem como base o compartilhar de afetos, pensamentos, emoções, respeito mútuo e portanto não se trata de investimentos no sentido que coloquei anteriormente, nem de venda. É como a garota que gasta todo seu salário com um lindo presente para seu namorado e na noite de natal ele chega com um pacotinho de bombom e sente-se culpado por ter sido tão mesquinho. Na verdade nenhum dos dois estava satisfeito e seguro da própria atitude, ela esperava algo mais substancioso, pelo menos mais próximo do esforço que fez para agradá-lo, enquanto deveria na verdade é reavaliar seu modo de sentir-se passível de ser amada. Esta equação: tenho que oferecer muito para as pessoas perceberem como eu sou legal, e obviamente ser recompensada, são velhas companheiras conscientes ou inconscientes das pessoas que se acham generosas demais para este mundo cruel e mesquinho que não reconhece sua grandeza e generosidade. Na verdade o centro desta questão é uma auto-estima muito baixa, uma dificuldade de perceber o próprio valor.
Como isso é possível numa sociedade capitalista e competitiva como a nossa? Como sermos ‘bons sem nos sentirmos bobos ou nos tornarmos tirânicos?
Aprendemos com nosso desenvolvimento pessoal, que toda relação contém em si algum tipo de troca; buscamos ser aceitos em nossa forma de estarmos no mundo, sermos compreendidos em nossos motivos e principalmente, buscamos ser felizes.
Ser BOM é diferente de ser BOBO, como também querer ser esperto também é diferente de ser generoso.
E qual a diferença entre essas coisas?
O diferencial está na capacidade de perceber-se e aceitar-se, de ser autêntico em suas atitudes, respeitando a si e ao outro. O bobo é aquele que na verdade não sabe do que é capaz e portanto não consegue perceber do que o outro é capaz, justamente por não ter real conhecimento da própria natureza (humana), coloca-se numa posição de total desproteção, tornando-se vulnerável. O esperto é aquele que está sempre tentando ‘levar vantagem em tudo’, mas sempre vestido de bom moço, ele é produto do entendimento equivocado da palavra generosidade. E finalmente o bom é aquele que sabe que não é bom nem mau e ao mesmo tempo é simplesmente o 'interjogo' dessas duas forças que existem dentro de nós e as quais procuramos, através de nossa maturidade emocional, aprender a manter em equilíbrio para nos relacionarmos de forma harmoniosa e feliz.
O advento da generosidade é algo maior que o poder econômico. Podemos ser generosos sem necessariamente termos dinheiro, podemos oferecer gratuitamente amor, atenção, solidariedade e principalmente respeito, aprendendo a olhar as pessoas que estão à nossa volta como seres humanos, não apenas enxergando seus defeitos, mas as suas qualidades e potenciais pessoais.
Desejo a todos um Natal generosamente fraterno e feliz.
Fonte: somostodosum.ig.com.br
É Natal e na grande magia que evolve esta época do ano, despertam dentro de alguns um potencial de solidariedade e compaixão, surgem as campanhas contra a fome e a miséria humana, renasce dentro de nós a esperança na humanidade e em sua generosidade.
Muitas famílias passam juntas esta noite, pessoas perdoam-se mutuamente, desentendimentos são desfeitos, compartilha-se a emoção e a alegria que envolve a história do menino Jesus e a lenda do bom velhinho, tudo gira em torno do amor. É o aval que algumas pessoas precisavam para demonstrar seu carinho e sua gratidão às pessoas que querem bem.
A figura de JESUS simboliza a capacidade humana de ser humilde, generoso, de amar, compartilhar, preocupar-se com o outro e principalmente respeitar as pessoas, independente de classe social, ou mesmo das próprias crenças.
De forma geral, fomos educados dentro de uma concepção filosófico-religiosa onde aprendemos a valorizar o ser generoso, aquele que oferece toda a sua disponibilidade e bens para o outro, sem pedir nada em troca.
Só podemos oferecer o que temos, a generosidade é uma capacidade emocional que se relaciona ao desprendimento e a auto-estima.
Quando você oferece algo para alguém esperando algo em troca, isto chama-se na verdade investimento e portanto você não está dando nada; quando você oferece algo e cobra o pagamento, isto é venda e portanto o outro tem direito de saber o que está comprando e qual o preço do produto para decidir se o quer ou não.
As relações afetivas de todo tipo, sejam familiares, amorosas, sexuais, fraternas ou quaisquer outras, tem como base o compartilhar de afetos, pensamentos, emoções, respeito mútuo e portanto não se trata de investimentos no sentido que coloquei anteriormente, nem de venda. É como a garota que gasta todo seu salário com um lindo presente para seu namorado e na noite de natal ele chega com um pacotinho de bombom e sente-se culpado por ter sido tão mesquinho. Na verdade nenhum dos dois estava satisfeito e seguro da própria atitude, ela esperava algo mais substancioso, pelo menos mais próximo do esforço que fez para agradá-lo, enquanto deveria na verdade é reavaliar seu modo de sentir-se passível de ser amada. Esta equação: tenho que oferecer muito para as pessoas perceberem como eu sou legal, e obviamente ser recompensada, são velhas companheiras conscientes ou inconscientes das pessoas que se acham generosas demais para este mundo cruel e mesquinho que não reconhece sua grandeza e generosidade. Na verdade o centro desta questão é uma auto-estima muito baixa, uma dificuldade de perceber o próprio valor.
Como isso é possível numa sociedade capitalista e competitiva como a nossa? Como sermos ‘bons sem nos sentirmos bobos ou nos tornarmos tirânicos?
Aprendemos com nosso desenvolvimento pessoal, que toda relação contém em si algum tipo de troca; buscamos ser aceitos em nossa forma de estarmos no mundo, sermos compreendidos em nossos motivos e principalmente, buscamos ser felizes.
Ser BOM é diferente de ser BOBO, como também querer ser esperto também é diferente de ser generoso.
E qual a diferença entre essas coisas?
O diferencial está na capacidade de perceber-se e aceitar-se, de ser autêntico em suas atitudes, respeitando a si e ao outro. O bobo é aquele que na verdade não sabe do que é capaz e portanto não consegue perceber do que o outro é capaz, justamente por não ter real conhecimento da própria natureza (humana), coloca-se numa posição de total desproteção, tornando-se vulnerável. O esperto é aquele que está sempre tentando ‘levar vantagem em tudo’, mas sempre vestido de bom moço, ele é produto do entendimento equivocado da palavra generosidade. E finalmente o bom é aquele que sabe que não é bom nem mau e ao mesmo tempo é simplesmente o 'interjogo' dessas duas forças que existem dentro de nós e as quais procuramos, através de nossa maturidade emocional, aprender a manter em equilíbrio para nos relacionarmos de forma harmoniosa e feliz.
O advento da generosidade é algo maior que o poder econômico. Podemos ser generosos sem necessariamente termos dinheiro, podemos oferecer gratuitamente amor, atenção, solidariedade e principalmente respeito, aprendendo a olhar as pessoas que estão à nossa volta como seres humanos, não apenas enxergando seus defeitos, mas as suas qualidades e potenciais pessoais.
Desejo a todos um Natal generosamente fraterno e feliz.
Fonte: somostodosum.ig.com.br
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Rejuvenecimento by Cristina Cairo
Quando
você deixar de se preocupar com o tempo, as suas cédulas continuarão
reproduzindo-se normalmente. Mas, se você viver contando cada mês e cada
ano de sua vida, notará que tudo acabará gerando cansaço
e que tudo em seus pensamentos desmoronará, projetando no mundo físico
aquilo em que você acredita. Saiba que a velhice, assim como o tempo, é
uma ilusão. Para que os seres humanos pudessem controlar seu sistema
de vida e compreender ”o movimento das estrelas”, ”a noite”, ”o dia”,
e milhares de outros fatores cíclicos, o homem pré-histórico
necessitou criar referências que foram sendo desenvolvidas lentamente,
através do resultado mental gerado pela observação e pela vivência. O
”Tempo e Espaço” não são realidades materiais e sim um produto da
consciência humana. A organização de toda uma sociedade é feita de
”Tempo e Espaço”, que são conceitos ilusórios. Desde a mais remota
antigüidade os seres humanos tentaram analisar o tempo e o espaço e
assim criaram normas que todos foram seguindo igualmente, visando a uma
estruturação de referências.
Os sistemas de medição de tempo foram
criados pela necessidade de organizar uma estrutura de referências e não
com a finalidade de iludir a mente humana. Os arqueólogos e
antropólogos concordam que o ”quadrante solar”, foi o primeiro relógio
fabricado pelo homem. Um modelo aperfeiçoado deste instrumento foi
encontrado na tumba de Tutmés in. Como ele só funcionava sob a luz
solar, os egípcios também utilizavam outros instrumentos para medir o
tempo, como as ampulhetas, as clepsidras (relógios de água) e os
relógios a óleo, dos quais se encontraram restos também na China, Grécia
e Roma antiga. Os homens continuaram, inteligentemente, inventando
relógios mecânicos, digitais e eletrônicos, mas a idéia básica era medir
o ”tempo” como referência. Os astrônomos babilônicos dividiram o ano em
365 dias e um quarto, o dia em 24 horas e cada hora em 60 minutos. Foi
assim que eles estabeleceram o calendário ”lunar-solar”, o que nos
possibilita controlar nossa idade e não nossa velhice. A mente exerce o
controle de nossas células e é por isso que elas perdem ilusoriamente a
energia quando estamos psicologicamente cansados de ”lutar” pela vida ou
com medo do ”tempo passando”.
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
sonolencia excessiva
E voce ja sentiu aquea sensacao de sonolencia excessiva durante o dia?
Se vc ja sentiu ou sente isso com frequencia, Entao escute so essa...
Um estudo feito pela universidade de NY revela que a quantidade de dioxido de carbono no ar pode ser o grande responsavel pelo sono e tambem pela falta de concentracao.
O problema eh que a fonte dessa substancia eh a propria respiracao humana. Ou seja lugares onde há muita concentracao de pessoas é tende a te fazer sentir mais sono.
Se vc sofre com sonolencia fora de hora entao a dica é manter o local ventilado. Mas vento de ar condicionado ou ventilador nao resolvem o problema. O negocio é promover a circulacao de ar.
Portanto abra a janela!!!
Se vc ja sentiu ou sente isso com frequencia, Entao escute so essa...
Um estudo feito pela universidade de NY revela que a quantidade de dioxido de carbono no ar pode ser o grande responsavel pelo sono e tambem pela falta de concentracao.
O problema eh que a fonte dessa substancia eh a propria respiracao humana. Ou seja lugares onde há muita concentracao de pessoas é tende a te fazer sentir mais sono.
Se vc sofre com sonolencia fora de hora entao a dica é manter o local ventilado. Mas vento de ar condicionado ou ventilador nao resolvem o problema. O negocio é promover a circulacao de ar.
Portanto abra a janela!!!
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
50 tons e divorcio
Ja falamos aqui algumas vezes do livro mais lido atualmente: 50 tons de cinza.
Que o livro foi sucesso de venda nao eh segredo, que apimentou a vida sexual de muita gente ... tambem nao.
Mas um caso que vem dando o que falar foi uma inglesa, banqueira, com salario é 100 mil reais por mes, leu o livro resolveu esquentar o sexo em casa. O maridao nao concordou muito com a ideia.
Conclusao: divorcio nele.
De acordo com os tabloides ingleses o livro foi citado pelo marido como a causa do divorcio. A mulher se defende e diz que o livro so ajudou a ver a chatice sexual do marido.
Ehhh de certo Ela quer mais tons de cinza no casamento.
Que o livro foi sucesso de venda nao eh segredo, que apimentou a vida sexual de muita gente ... tambem nao.
Mas um caso que vem dando o que falar foi uma inglesa, banqueira, com salario é 100 mil reais por mes, leu o livro resolveu esquentar o sexo em casa. O maridao nao concordou muito com a ideia.
Conclusao: divorcio nele.
De acordo com os tabloides ingleses o livro foi citado pelo marido como a causa do divorcio. A mulher se defende e diz que o livro so ajudou a ver a chatice sexual do marido.
Ehhh de certo Ela quer mais tons de cinza no casamento.
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
O Homem e o Machismo
Numa noite eu andava pela minha rua, quando assisti a uma cena interessante em frente ao bar. Dois rapazes conversavam na calçada, cada um com seu copo de cerveja na mão. De repente passa uma moça, com shortinho jeans e andar provocador. Sabendo que causa um certo frisson, segue em frente sem olhar para os lados. Acho que os dois amigos já estavam ali há algum tempo contando vantagens, quando um deles, não resistindo à oportunidade de aumentar seu placar, decidiu mostrar para o outro que era íntimo da moça, e então a chamou:
—Psiu!
Ela nem olhou para trás. E ele, já meio sem jeito, repetiu mais alto:
—Psiu!
Nada. Resolveu, então, apelar:
—É... Quando você quer cigarro na praia você me pede, aí fala comigo...
Não adiantou. A moça foi se afastando como se não fosse com ela.
A essas alturas, totalmente constrangido, virou-se para o amigo que aguardava atento e disse, com ar de superioridade, enquanto dava um gole na cerveja:
—Já comi...
***
O homem sofre muito na tentativa de corresponder ao ideal masculino da nossa cultura. Ele aprende desde criança que macho de verdade não falha nunca (principalmente no sexo), não recusa nenhuma mulher e é desejado por todas.
E na relação competitiva que estabelece com os amigos se esforça para manter a imagem de vencedor, escondendo sempre as dificuldades. Como a maioria dos homens mente sobre suas conquistas, cada um fica com a idéia de que, além dele, ninguém mais tem fracassos e inseguranças. Sem dúvida, o machismo é a fonte das piores angústias e o maior responsável pelos sentimentos de inferioridade entre os homens.
Regina Navarro Lins
—Psiu!
Ela nem olhou para trás. E ele, já meio sem jeito, repetiu mais alto:
—Psiu!
Nada. Resolveu, então, apelar:
—É... Quando você quer cigarro na praia você me pede, aí fala comigo...
Não adiantou. A moça foi se afastando como se não fosse com ela.
A essas alturas, totalmente constrangido, virou-se para o amigo que aguardava atento e disse, com ar de superioridade, enquanto dava um gole na cerveja:
—Já comi...
***
O homem sofre muito na tentativa de corresponder ao ideal masculino da nossa cultura. Ele aprende desde criança que macho de verdade não falha nunca (principalmente no sexo), não recusa nenhuma mulher e é desejado por todas.
E na relação competitiva que estabelece com os amigos se esforça para manter a imagem de vencedor, escondendo sempre as dificuldades. Como a maioria dos homens mente sobre suas conquistas, cada um fica com a idéia de que, além dele, ninguém mais tem fracassos e inseguranças. Sem dúvida, o machismo é a fonte das piores angústias e o maior responsável pelos sentimentos de inferioridade entre os homens.
Regina Navarro Lins
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Livro: A Ilusao da Alma - Eduardo Giannetti
A ilusão da alma é o relato em primeira pessoa de uma perturbadora conversão filosófica. Após a retirada de um tumor cerebral que o deixa parcialmente surdo, um jovem professor de literatura, especialista em Machado de Assis, isola-se do mundo e passa a viver, entre livros e livros, absorvido por uma paixão intelectual: o estudo da relação entre o cérebro e a mente. Do embate entre Sócrates e Demócrito no iluminismo grego do século V a.C. aos achados e espantos da moderna neurociência, a trama do livro descreve passo a passo, com detalhe e precisão, mas sem perder a visão de conjunto, a viagem de descoberta do narrador pela história das ideias. A aventura, contudo, tem um desfecho inesperado, pois à medida que avança nos estudos o protagonista se descobre nas malhas de um credo obsessivo e aterrador: a ideia de que tudo que lhe passa pela consciência - suas alegrias e tristezas, suas memórias, temores e esperanças, seu senso de identidade e sua sensação de liberdade ao agir no mundo - nada mais é senão o produto da atividade de bilhões de células nervosas situadas em seu cérebro. A paixão de conhecimento que nele desperta após a cura do tumor físico dá lugar a um tumor metafísico - uma crença despótica alojada no cerne da consciência anfitriã. Urdindo com engenho ficção e ensaio, relato confessional e argumento filosófico, A ilusão da alma é uma meditação corajosa sobre a condição humana - uma sinfonia contrapontística sobre a incerteza e a fragilidade do que estamos habituados a crer e pensar sobre nós mesmos. Um livro, em suma, endereçado a todos aqueles que, independentemente de formação acadêmica ou ocupação profissional, mantêm viva a chama de uma irrefreável curiosidade em torno daquilo que o enigma humano, desvendado, possa abrigar. “Para encontrar a alma”, dizia o neuropsicólogo russo Alexander Luria, “é necessário perdê-la”. O risco, entretanto, como atesta o drama do narrador deste livro, é fazer da ciência uma religião; é perder a alma para não mais encontrá-la. E se a busca da verdade científica sobre o Homo sapiens resultar na descoberta do nosso autoengano cósmico? E se a retidão cognitiva desaguar, por fim, na loucura? O que prevalece: a verdade a todo custo ou a sanidade mental?
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Alergia a celular, existe.
A dor causada pelo contato com fontes de campos elétricos, como
celulares e redes de telefonia móvel fez com que músico Michael Nield
tomasse a decisão de tirar a própria vida.
Barbara Nield, mãe de Michael, afirmou em entrevista ao The Sun que o violinista era "torturado por sua alergia aos celulares".
A doença deixava o músico tão sensível que ele precisava de uma espécie de capa para sair de casa. O violinista também dormia sob uma tenda de microfibra para reduzir sua exposição às ondas elétricas.
De acordo com as informações da publicação inglesa, a doença rara fez com que o músico se mudasse para um vilarejo remoto como tentativa de escapar das dores. Mesmo assim, nao adiantou. Alergias!
Barbara Nield, mãe de Michael, afirmou em entrevista ao The Sun que o violinista era "torturado por sua alergia aos celulares".
A doença deixava o músico tão sensível que ele precisava de uma espécie de capa para sair de casa. O violinista também dormia sob uma tenda de microfibra para reduzir sua exposição às ondas elétricas.
De acordo com as informações da publicação inglesa, a doença rara fez com que o músico se mudasse para um vilarejo remoto como tentativa de escapar das dores. Mesmo assim, nao adiantou. Alergias!
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Unha saudável saúde em dia.
Formadas por células vivas, as unhas, assim como a pele e os cabelos,
podem funcionar como um equipamento para avaliação do corpo,
sinalizando as condições de saúde do nosso organismo. Unhas transparentes refletem boa saúde.
Se as suas unhas estão com manchinhas, você deve observá-las para entender os porquês e o que fazer em nome da beleza delas e de saúde como um todo.
Algumas
situações do dia a dia podem tornar nossas unhas mais propensas ao
aparecimento dessas marquinhas, como o contato com produtos químicos
agressivos, o esforço exagerado, com movimentos bruscos, ao cuidar das
unhas ou pequenas pancadas. Para manter tanto a boa estética, quanto a
saúde das unhas, afastando a possibilidade de ter manchinhas brancas, ter cuidado é fundamental.
Se as suas unhas estão com manchinhas, você deve observá-las para entender os porquês e o que fazer em nome da beleza delas e de saúde como um todo.
As marquinhas brancas que surgem de vez em quando nas unhas são denominadas leuconíquias.
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Assine Na hora do Blush
Quer receber noticias, dicas e atualidades no seu telefone?
Entao assine o canal de notícias da coluna “Na Hora do Blush”. Basta enviar, do seu celular, o comando NA HORA para o número 49.810.
Saiba mais acessando o site somusicaboa.com.br
Entao assine o canal de notícias da coluna “Na Hora do Blush”. Basta enviar, do seu celular, o comando NA HORA para o número 49.810.
Saiba mais acessando o site somusicaboa.com.br
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
O livro do amor!
Bissexualidade > A atriz americana Jodie Foster teve seu desejo
sexual por mulheres revelado num livro escrito por seu próprio irmão.
Entrevistada pelos jornais, declarou: “Tive uma ótima educação, que
nunca me fez diferenciar homens e mulheres.”
Trecho de O Livro do Amor, de Regina Navarro Lins. Lançado este ano.
Trecho de O Livro do Amor, de Regina Navarro Lins. Lançado este ano.
Excelente crítica referente ao ensino atual. Valeu Pondé!
Estas palavras são de Friedrich Nietzsche (1844-1900), em tradução livre, do seu "Tentativa de Autocrítica", opúsculo escrito por ele como autocrítica, em 1886, ao seu livro "Nascimento da Tragédia" (primeira edição em 1872). A edição de 1886 ganhou como acréscimo ao título o subtítulo "Helenismo e Pessimismo".
Nietzsche foi minha primeira paixão na faculdade de filosofia da USP. Na época, recém-saído da medicina e em formação para ser psicanalista, o que nunca aconteceu, eu colocava em diálogo Nietzsche e Freud.
O filósofo do martelo me é inesquecível e continuo pensando com o martelo até hoje. Vocação é destino. Este trecho específico carrega em si muito do que Nietzsche significa para um filósofo profissional como eu, em constante mal-estar com o que a vida universitária se transformou, em épocas de produtividade industrial do ensino superior.
A fala de Nietzsche vai de encontro ao modo como somos formados, não sem razão, nas boas faculdades de filosofia: somos formados para não sermos originais. Hoje, entendo que qualquer originalidade possível em filosofia é algo conquistado a duras penas, assim como a santidade ou os movimentos precisos de uma dança --metáfora cara ao filósofo do martelo.
Lembro-me de uma das primeiras aulas em que um dos grandes professores que tive nos disse algo assim: "Você não está aqui para achar nada, antes de achar algo estude, e descobrirá que muita gente já pensou o que você pensa, e muito melhor do que você, antes de você."
Esta dureza acaba por fazer de nós pessoas menos opinativas e mais rigorosas, e isso é sem dúvida fundamental. Esta é a diferença entre pensar filosoficamente e pensar como senso comum. Vale lembrar que do ponto de vista da filosofia, as ciências humanas em geral são senso comum.
Rigor nada tem a ver com o que a academia se tornou com o passar dos anos: um antro de política lobista e de burocracia da produtividade a serviço da morte do pensamento. A universidade está morta e só não sente o cheiro do cadáver quem tem vocação para se alimentar de lixo. Fosse Kafka vivo e escrevesse um conto sobre nós, acadêmicos, nos colocaria com cara de ratos.
Imaginem Nietzsche preenchendo o currículo Lattes, uma plataforma informática que supostamente democratiza o acesso à produtividade da comunidade acadêmica, ao mesmo tempo em que normatiza e quantifica esta produtividade. Na prática, o Lattes serve para nos tomar tempo (sempre dá pau) e acumular platitudes e repetições que visam a quantificação de um quase nada de valor.
Agora imaginem Nietzsche às voltas com relatórios anuais da Capes, que junto com o Lattes, institucionaliza e quantifica esta mesma produtividade de um quase nada de valor.
Não existiria filosofia se nossos patriarcas, de Platão a Nietzsche (para citar dois grandes), tivessem que preencher o Lattes, fazer relatórios Capes ou serem "produtivos". Todos seriam o que, aos poucos, nos transformamos: burocratas mudos da própria irrelevância. Analfabetos do pensamento.
Uma das formas de sobreviver a este processo de produtividade de massa é obrigar nossos alunos a pesquisar aquilo que não querem, de uma forma que não querem, a fim de garantir verbas institucionais de pesquisa em grande escala. Esmagamos a criatividade e as intenções dos alunos fazendo deles uma infantaria estatística. A universidade mente: quer formar rebanhos dizendo que defende a liberdade de pensamento.
Lutamos dia a dia para conseguirmos sobreviver aos montes de formulários e demandas do mundo dos ratos. A universidade aos poucos sucumbe aos efeitos colaterais de um mundo que, como diria Nietzsche, vomita "ideias modernas". Os processos de democratização do saber, como suspeitava nosso filósofo, são processos de produção de nulidades em grandes quantidades.
Mais do que nunca é urgente sermos corajosos e imodestos para acharmos nossa própria língua individual.
Luiz Felipe Pondé
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Rehab digital
Uma clínica norte-americana propõe-se a curar viciados em Internet com
um tratamento que inclui um afastamento da rede global por 45 dias.A
reSTART, nascida em Seattle, nos EUA, é obra de uma terapeuta que já há
vários anos tem tratado casos de pessoas viciados em Internet e jogos de
vídeo. Hillary Cash registou o primeiro caso de vício neste género de
situações em 1994, quando um paciente perdeu dois empregos e arruinou o
casamento por jogar computador.A terapêutica da clínica, que nasceu numa
das áreas com mais empresas tecnológicas dos Estados Unidos da América,
inclui aconselhamento psicológico e ajuda os pacientes a criar laços de
amizade com os outros viciados, enquanto fazem tarefas domésticas, dão
passeios a pé ou fazem exercício, refere o jornal britânico The
Guardian.Esta é a primeira clíncia do género nos EUA, mas a fundadora
refere que em países como a China, Coreia do Sul ou Taiwan já existem
sítios onde os viciados em Internet podem procurar ajuda.Para quem
suspeita que está viciado em Internet, Hillary Cash tem um questionário
disponível online. Uma das questões é: “Sente exaustão crónica por
dormir pouco, ganho de pesso por falta de exercício, saúde debilitada
por má nutrição ou outro problema físico por estar demasiado tempo a
navegar na Internet ou a jogar computador?”
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